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sou jornalista, colunista social, editora chefe do portal vilmaborges, que possui 4 blogs/coluna que falam de Bauru e sua gente, além de assuntos  como  turismo,  gastronomia, beleza, decoração, saúde, notícias nacionais e internacionais, além de agenda cultural e coberturas fotográficas.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

CONGRESSO DA APACOS 2011 EM FRANCA (SP)

Paul , colunista de Santa Izabel e Sandra Netto,colunista de Santos



A RP da APACOS, Cris Bueno e o colunista de Ribeirão Amil



Cris Bueno e Amil de Ribeirão Preto





Mayra, da Rede TV, a colunista Vilma Borges e Claudete, da ABIME/SP


Jornalista Silvana Melky, assessora de comunicação, representante da vice-prefeita de São Paulo Alda Marco Antonio, em momento descontração no Boteco do Lu


A recepção no Franca Shopping





A visita na fábrica da Carmen Steffens






Parada estratégica na empresa Desejo&Sabor, excelência na fabricação de chocolates, bombons e afins




Excelente recepção do Boteco do LU, comandado pelos empresários Luciano de Carvalho e Toninho Rizatti, onde o grupo dos colunistas foi recebido para a feijoada no sábado e comidas de boteco no domingo








Vilma Borges e Toninho Rizatti






A recepção no Jornal Diário da Franca, onde Patrícia e Wel são colunistas




A palestra do jornalista Correa Neves Junior sobre comunicação social





Coquetel de boas vindas no Grupo Corrêa Neves, oferecido pelo jornalista Corrêa Neves Júnior





Sede do complexo de comunicação Grupo Corrêa Neves



Recepção pelo prefeito Sidnei Rocha, no Espaço Fábio Meirelles/Parque Fernando Costa




Colunistas na chegada em Franca, já no hotel Imperador Palace Hotel , Jacqueline Venancio, Tania Pinheiro,Ovadia Saadia, Patrícia , Marilda Serrano, Wel e Anderson



Vilma Borges, recebe seu diploma de participação no Encontro, das mãos da cativante colunista de Franca, Patrícia, ladeada pelo presidente da Apacos, Ovadia Saadia, Anderson e Wel, colunistas anfitriões.



Claudia Métne recebe um mimo Provence Lingerie de Bauru, da colunista



Jacqueline Venancio , colunista de Itapetininga recebe uma lembrança da Elemento Natural, de Bauru, da colunista Vilma Borges





Marilda Serrano , de São José dos Campos, recebe um brinde Provence Lingerie de Bauru




Ovadia Saadia, presidente da Apacos, recebe um ecobag da Elemento Natural, de Bauru, das mãos da colunista





A colunista de Bauru, Vilma Borges e o empresário Mario Spaniol da Carmen Steffens, uma das apoiadoras do evento







Colunista Well Miguel, casal anfitrião Monalisa e Mário Spaniol, produtora de Moda, Cláudia Métne, colunista Anderson Pinheiro, decana Sonia Menezes Pizzo, presidente da Apacos, Ovadia Saadia e a R.P. Christina Bueno de Sampa.







Franca, capital do calçado, capital do basquete...e capital do colunismo social




A história do colunismo de São Paulo marcou em Franca um de seus grandes momentos. De braços abertos, toda uma pujante cidade se mobilizou e traduziu em atenção, respeito e carinho à entidade Apacos no mês de Maio de 2011.

O 23º Encontro de Colunistas Sociais do Estado de São Paulo/ APACOS foi um sucesso em todos os sentidos. Os colunistas chegaram ao tradicional Imperador Palace Hotel, famoso por seu café da manhã colonial, depois de apresentações seguiram para Welcome Drink's, na sede do GCN, oferecido pelo Jornalista Corrêa Neves Junior, onde foram recepcionados pelo Jornalista Luiz Neto, mostrando todas as dependências do GCN. Logo após, os convidados seguiram para o Espaço Fábio Meirelles, no Parque Fernando Costa para o jantar de Boas Vindas, com cardápio especial, marcante e delicioso da Sapataria da Pizza, do Luciano de Carvalho, onde foram recepcionados pelo Prefeito Sidnei Franco da Rocha e o Secretário da Saúde e Desenvolvimento, Alexandre Ferreira. Sr. Sidnei e Sra. (amigos da Apacos desde os tempos que ele era presidente da VASP) encantaram a todos os colunistas pela atenção e por permanecer durante boa parte do jantar para conversas pessoais e trocas de idéias sobre o Brasil e os brasileiros. O casal recebeu uma ata oficial da Vice Prefeita de São Paulo, a Sra. Alda Marco Antonio, que além de ser amiga do Sr Prefeito, saudou afetivamente os colunistas sociais, num ato politico divisor de águas da história da Apacos.

No segundo dia, palesta no GCN com o Jornalista José Corrêa Neves Jr, depois visita ao JORNAL DIÁRIO DA FRANCA, depois Feijoda no Boteco do Lú, com animação do GRUPO NÓ NA GOTA, em seguida os participantes visitaram shoppings da cidade, pontos turístico e visitaram a Indústria Carmen Steffens.

Já a noite foi digna das festas de Hollywood e do festival de Cannes: o jantar na mansão Monalisa e Mário Spaniol (da marca Carmem Steffens) foi planejado em todos os detalhes para que fosse uma experiência inesquecível para todos os privilegiados colunistas da Apacos, mais os convidados Vips, que foram mimados com lindos e valiosos presentes, jantar gourmet, decoração em ambiente se sonho e o esplendor pujante de uma cidade única no cenário business brasileiro (ver abaixo a história).

Domingo foi a vez da Palestra agradabilíssima com Cláudia Metne (expert em moda, uma das maiores e melhores de todo país) no auditório do Imperador Palace Hotel. Almoço de Despedida, aplausos e diplomas no carismático e bem servido Boteco do Lú, com menu "Delícias de botequim" comandado pelos empresários, Luciano de Carvalho e Toninho Rizatti. Um até muito breve, um muito obrigado Franca, Anderson Pinheiro, Wellington Miguel (Well) e nossa eterna Patricia de Franca, a Sônia Menezes Pizzo que doravante habita no Olimpo do colunismo social brasileiro ao lado das grandes colunistas mundiais que fizeram a história das familias e do desenvolvimento econômico- social das capitais do século XX.



Franca, para sempre! Dos bandeirantes, aos colunistas sociais, uma odisséia brasileira de triunfo!

A história da região denominada Sertão do Capim Mimoso próxima aos Rio Pardo e rio Sapucaí tem início com os bandeirantes: a partir da bandeira do Anhanguera (o filho), em 1722, que construiu o "Caminho de Goiás", ou "Estrada dos Goiases" que ligava a cidade de São Paulo até as minas de ouro de Goiás, que naquela época pertencia à Capitania de São Paulo.
Começam a surgir, a partir de então, os famosos "pousos" de tropeiros, locais onde os paulistas paravam para descansar - eles e os animais de carga -, durante as viagens que faziam em sua busca pelo ouro no interior do Brasil. O pouso que deu origem à cidade de Franca era conhecida, na época, pelos bandeirantes, por "Pouso dos Bagres".

No final do século XVIII, havia dispersos na região vários desses pousos. Em 1779, moravam cerca de uma centena de pessoas, no sertão do Rio Pardo pertencente à Vila de Mogi Mirim. Para uma melhor organização do local, foi criada uma Companhia de Ordenanças e nomeado, como seu Capitão, o português Manoel de Almeida. Posteriormente comandou o distrito, a partir de 1804, o Capitão Hipólito Pinheiro.

No início do século XIX, os filhos de Manoel de Almeida (Antônio Antunes de Almeida e Vicente Ferreira de Almeida) doam suas terras para a construção de uma capela, benzida pelo padre Joaquim Martins Rodrigues.

Juntam-se, depois, a essa população mineiros e goianos, que devido à decadência da mineração em suas regiões, começam a se instalar no "Belo Sertão do Rio Pardo", por incentivo do governador-geral da Capitania de São Paulo, António José da Franca e Horta, ao qual se deve o nome da cidade.

Esses pioneiros reivindicaram junto ao governo geral do Brasil a criação de uma freguesia porque a freguesia mais próxima era a de Mogi Mirim, a centenas de quilômetros de distância.

A Freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Franca foi criada em 3 de dezembro de 1805, pertencendo ao termo da Vila de Mogi Mirim.

O território original da Freguesia da Franca, que fora desmembrado da Vila de Mogi Mirim, abrangia a região de Batatais e estendia-se até Igarapava e Guaíra e era muito extenso. Foi, porém, bastante reduzido com a criação de novos municípios: Batatais em 1839, Igarapava em 1873, Ituverava e Patrocínio Paulista em 1875, São José da Bela Vista em 1948, Cristais Paulista em 1959, Restinga, Jeriquara e Ribeirão Corrente em 1964.[8]

Em 1821, é criada por Dom João VI a "Vila Franca Del Rey", que só foi instalada em 28 de novembro de 1824, sendo o primeiro presidente da Câmara Municipal o Capitão José Justino Faleiros, empossado, junto com os demais vereadores, no dia 30 de novembro de 1824. Com a independência do Brasil, passa a se chamar Vila Franca do Imperador, uma homenagem a D. Pedro I do Brasil.

Em 1821, Minas Gerais tenta anexar a região, mas devido à resistência dos francanos, a tentativa falha. Esse episódio está registrado no brasão da cidade, com a cidade fortificada e o lema "GENTI MEAE PAULISTAE FIDELIS" (Fiel à Minha Grei Paulista).

Em 1838 houve em Franca uma rebelião que ficou conhecida como Anselmada. Em 1839 é criada a comarca da Franca. Neste ano, Franca perde grande parte de seu território para a criação da Vila de Batatais.

Pela lei provincial nº 21, de 24 de abril de 1856, Franca é elevada à categoria de cidade.

Na década de 1830, francanos, especialmente das famílias Garcia Leal, Correia Neves e da família Souza, iniciaram a povoação da região de Santana do Paranaíba no atual Mato Grosso do Sul.

O município recebeu muitos imigrantes, como os das famílias Betarello, Larquer, Pucci, Presotto, Faciolli, Granzotti, Bassi, Sinelli, Rissi, Poppi, Vanini, Retuci, Beloti, Petráglia, Archetti, Pollo, Signorelli, Bittar, Spessoto, Bolsoni, Palermo, Martore, Azzuz, Verzola, Troilo, Facury, Abdalla, Manochio, Meneghetti, Guaraldo e Bachega. Familias que foram retratadas social e economicamente ao longo dos 50 anos de colunismo social de Sonia Menezes Pizzo em sua coluna Patricia de Franca.

Com a expansão do café para o Oeste Paulista vêm os imigrantes, sobretudo italianos. A partir destes imigrantes, monta-se a primeira indústria da cidade, calçadista, que desenvolve-se principalmente a partir da década de 1920.

Franca participou da Guerra do Paraguai com os Voluntários da Franca e com o famoso Guia Lopes.

Na década de 1890, Franca passa a ser servida pela Estrada de Ferro Mogiana, mas, no início do século XX, o ramal de Franca foi abandonado e os trilhos retirados porque a Estrada de Ferro Mogiana construiu outro ramal, uma variante, ligando Ribeirão Preto a Uberaba sem passar por Franca.

A cidade empenha-se durante a Revolução Constitucionalista de 1932, na qual morreram por São Paulo seis cidadãos francanos.

Atualmente, destaca-se no setor da indústria de calçados masculinos, mas as indústrias calçadistas de Franca já estão dando atenção e produzindo também calçados femininos, ainda que, até hoje, o café tenha ativa participação na economia da cidade.


NOSSOS SINCEROS AGRADECIMENTOS PELA ACOLHIDA . PARABÉNS AOS COLUNISTAS ANFITRIÕES, ANDERSON, PATRICIA E WEL




CONGRATULAÇÕES AOS PARCEIROS E PATROCINADORES QUE ASSOCIARAM A SUA MARCA AO COLUNISMO SOCIAL, POIS ELE PROPAGA O BEM-ESTAR,RELATANTO FATOS &FATOS RELEVANTES DE PESSOAS QUE ENALTECEM A SOCIEDADE BRASILEIRA




Texto de Ovadia Saadia e Vilma Borges, com fotos de Salani e Vilma Borges












































































































































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